Detalhe da Obra : DIREITO DA ENERGIA E OS TRIBUNAIS DE CONTAS: o controle externo para a sustentabilidade da matriz elétrica. Curitiba (PR): Juruá Editora, 2021. 261 p. ISBN 9786556053462. Atenciosamente, Ficha:Visualizar MARC:Visualizar Referência/ABNTDublin CoreRegistros relacionados Tipo: Livro Título: Direito da energia e os tribunais de contas : o controle externo para a sustentabilidade da matriz elétrica Responsabilidade: REIS, Fernando Simões dos Autoria Secundária: Reis, Fernando Simões dos, Autor Ano: 2021 Imprenta: Curitiba (PR) : Juruá Editora, 2021 Descrição: 261 p. Idioma: Português Suporte: Papel ISBN 9786556053462 Assunto: 1. Política energética 2. Segurança energética 3. Fonte alternativa de energia 4. Fonte renovável de energia 5. Tribunal de contas Documentos: Notas: Notas Gerais: SUMÁRIO LISTA DE ILUSTRAÇÕES, p. 21 INTRODUÇÃO, p. 23 1 O PRINCÍPIO DA SUSTENTABILIDADE E A TRANSIÇÃO PARA UM MODELO ENERGÉTICO MAIS LIMPO, p. 27 1.1 A EXAUSTÃO DO MODELO DE CRESCIMENTO INDEFINIDO E OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, p. 27 1.2 AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS E A AMPLIAÇÃO DA REDE ELÉTRICA VIA ENERGIAS RENOVÁVEIS, p. 39 1.3 O PRINCÍPIO DA SUSTENTABILIDADE E O DIREITO FUNDAMENTAL AO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA, p. 49 2 O DIREITO À ELETRICIDADE SUSTENTÁVEL: LIMITES E DESAFIOS, p. 57 2.1 O ACESSO À ELETRICIDADE COMO ELEMENTO DO DIREITO FUNDAMENTAL AO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, p. 58 2.2 LIMITES SOCIOAMBIENTAIS DA EXPANSÃO DA OFERTA DE ENERGIA ELÉTRICA, p. 61 2.3 DESAFIOS OPERACIONAIS E REGULATÓRIOS PARA O INCREMENTO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS, p. 68 2.4 O NOVO DIREITO ADMINISTRATIVO PARA ASSEGURAR A ELETRICIDADE SUSTENTÁVEL, p. 81 2.4.1 A Cogência do Princípio da Sustentabilidade nas Relações Administrativas, p. 82 2.4.2 Normas Infraconstitucionais para o Desenvolvimento Sustentável no Setor Elétrico, p. 86 2.4.3 Princípios de Direito Administrativo para o Alcance da Eletricidade Sustentável, p. 89 3 POLÍTICAS PÚBLICAS E REGULAÇÃO PARA A INSERÇÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS NA MATRIZ ELÉTRICA, p. 99 3.1 AS ENERGIAS RENOVÁVEIS NA MATRIZ ELÉTRICA MUNDIAL, p. 100 3.1.1 A Evolução Recente das Energias Renováveis no Setor Elétrico, p. 100 3.1.2 Principais Políticas Públicas para a Descarbonificação da Matriz Elétrica, p. 104 3.2 O BRASIL E A FORMAÇÃO DE SUA MATRIZ ELÉTRICA, p. 111 3.2.1 A Formação da Matriz Hidrotérmica Brasileira e as Iniciativas para a Redução das Emissões, p. 112 3.2.2 Histórico Recente das Renováveis Não Hídricas e Perspectivas, p. 118 3.2.3 A Geração Distribuída para Maior Impulsão das Renováveis, p. 127 3.2.4 Evolução para uma Matriz Renovável-Térmica, p. 128 3.3 CARACTERIZAÇÃO DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO, p. 130 3.3.1 Órgãos e Entidades Relacionados ao Setor Elétrico, p. 130 3.3.2 Principais Políticas Públicas Atuais para o Incremento de Renováveis no Brasil, p. 137 3.4 ENTRAVES PARA A EXPANSÃO DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS NO BRASIL, p. 141 3.4.1 A Previsão da Expansão da Oferta de Energia Elétrica Inclui Considerável Incremento de Fontes Não Renováveis, p. 141 3.4.2 Metas Estipuladas Não Retratam um Real Esforço para o Incremento de Renováveis, p. 148 3.4.3 Incentivos para a Produção de Eletricidade a Partir de Fontes Fósseis, p. 149 3.4.4 Incentivos para Renováveis em Conflito com as Dimensões Social e Econômica do Princípio da Sustentabilidade, p. 152 4 OS TRIBUNAIS DE CONTAS E O INCREMENTO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS NA MATRIZ ELÉTRICA, p. 163 4.1 O CONTROLE DE SUSTENTABILIDADE PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS, p. 164 4.1.1 O "Ativismo de Contas" para o Controle de Políticas Públicas, p. 164 4.1.2 Limites para a Atuação do Controle Externo, p. 170 4.1.3 A Sustentabilidade como Norte das Ações de Controle Externo, p. 174 4.2 A FISCALIZAÇÃO DO SETOR ELÉTRICO PELO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, p. 179 4.2.1 Competências das Cortes de Contas e seu Papel na Concretização dos Direitos Fundamentais, p. 179 4.2.2 Jurisdição em Relação às Entidades Governamentais Relacionadas ao Setor Elétrico, p. 185 4.2.3 Organização Interna para o Exercício das Ações de Controle, p. 187 4.3 O CONTROLE EXTERNO PARA O INCREMENTO DE FONTES RENOVÁVEIS NA MATRIZ ENERGÉTICA, p. 189 4.3.1 A Busca pela Eletricidade Sustentável pelo Tribunal de Contas da União, p. 190 4.3.2 As Auditorias Operacionais e a Fiscalização de Políticas Públicas para a Inserção de Renováveis, p. 198 4.3.3 Ampliação para uma Atuação Transnacional, p. 203 4.4 PROPOSTAS PARA MAIOR EFETIVIDADE DO CONTROLE DE SUSTENTABILIDADE PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS, p. 205 4.4.1 As Contratações Sustentáveis e a Exigência de Energia Limpa nos Edifícios Públicos, p. 206 4.4.2 Colaboração com o Poder Judiciário nos Litígios Climáticos, p. 211 4.4.3 A Resolução Consensual de Conflitos para a Melhor Coordenação das Ações, p. 217 4.4.4 Outras Oportunidades Fiscalizatórias para o Incremento de Fontes Renováveis, p. 225 CONCLUSÕES, p. 231 REFERÊNCIAS, p. 237Nota conteúdo: O presente estudo analisa a atuação dos Tribunais de Contas na fiscalização das iniciativas governamentais para o incremento de energias renováveis na matriz elétrica em decorrência da obediência cogente dos administradores públicos a princípios e direitos positivados na Constituição da República, normas infraconstitucionais, princípios de Direito Administrativo e acordos internacionais. Em virtude da crise ambiental, principalmente do processo de mudanças climáticas, urge a consideração de novos valores jurídicos para contrapor o modelo econômico predominante e para a imposição de um desenvolvimento sustentável que imponha limitações ambientais à exploração desmedida dos recursos naturais. Uma das formas de transição para esse modelo desenvolvimentista é justamente a transição das fontes fósseis para as renováveis, notadamente na matriz elétrica, na qual já existem opções de energias limpas viáveis economicamente. Contudo, existem entraves antijurídicos que postergam o processo de maximização das fontes renováveis de forma sustentável. Em decorrência desses problemas, urge a atuação dos órgãos de controle, especialmente das Cortes de Contas, para que seja efetivada a prioritária transição energética. Diante de suas competências constitucionais e legais, esses órgãos de controle devem utilizar critérios de sustentabilidade em suas fiscalizações para a consolidação de um modelo de desenvolvimento sustentável. O Tribunal de Contas da União, em particular, já levou a cabo diversas ações de controle para a avaliação das políticas públicas de incremento de fontes renováveis, inclusive com uma atuação coordenada com entidades de fiscalização superior de outros países. Todavia, demonstra-se que existem oportunidades para uma atuação mais efetiva dos Tribunais de Contas no sentido de contribuir para a efetivação de uma matriz energética mais limpa. ui-button 0 ui-button 0 Avaliação 0Sua avaliação 001 3938 003 005 230209235100.0 006 007 008 230209s2021#### ##### r # por 020__ |a 9786556053462 041__ |a 044__ |a 080__ |a 537.214 093__ |a 537.214 |b D598 245_0 |a Direito da energia e os tribunais de contas |b o controle externo para a sustentabilidade da matriz elétrica |c REIS, Fernando Simões dos 260__ |a Curitiba (PR) |b Juruá Editora |c 2021 300__ |a 261 p. 500__ |a SUMÁRIO LISTA DE ILUSTRAÇÕES, p. 21 INTRODUÇÃO, p. 23 1 O PRINCÍPIO DA SUSTENTABILIDADE E A TRANSIÇÃO PARA UM MODELO ENERGÉTICO MAIS LIMPO, p. 27 1.1 A EXAUSTÃO DO MODELO DE CRESCIMENTO INDEFINIDO E OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, p. 27 1.2 AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS E A AMPLIAÇÃO DA REDE ELÉTRICA VIA ENERGIAS RENOVÁVEIS, p. 39 1.3 O PRINCÍPIO DA SUSTENTABILIDADE E O DIREITO FUNDAMENTAL AO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA, p. 49 2 O DIREITO À ELETRICIDADE SUSTENTÁVEL: LIMITES E DESAFIOS, p. 57 2.1 O ACESSO À ELETRICIDADE COMO ELEMENTO DO DIREITO FUNDAMENTAL AO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, p. 58 2.2 LIMITES SOCIOAMBIENTAIS DA EXPANSÃO DA OFERTA DE ENERGIA ELÉTRICA, p. 61 2.3 DESAFIOS OPERACIONAIS E REGULATÓRIOS PARA O INCREMENTO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS, p. 68 2.4 O NOVO DIREITO ADMINISTRATIVO PARA ASSEGURAR A ELETRICIDADE SUSTENTÁVEL, p. 81 2.4.1 A Cogência do Princípio da Sustentabilidade nas Relações Administrativas, p. 82 2.4.2 Normas Infraconstitucionais para o Desenvolvimento Sustentável no Setor Elétrico, p. 86 2.4.3 Princípios de Direito Administrativo para o Alcance da Eletricidade Sustentável, p. 89 3 POLÍTICAS PÚBLICAS E REGULAÇÃO PARA A INSERÇÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS NA MATRIZ ELÉTRICA, p. 99 3.1 AS ENERGIAS RENOVÁVEIS NA MATRIZ ELÉTRICA MUNDIAL, p. 100 3.1.1 A Evolução Recente das Energias Renováveis no Setor Elétrico, p. 100 3.1.2 Principais Políticas Públicas para a Descarbonificação da Matriz Elétrica, p. 104 3.2 O BRASIL E A FORMAÇÃO DE SUA MATRIZ ELÉTRICA, p. 111 3.2.1 A Formação da Matriz Hidrotérmica Brasileira e as Iniciativas para a Redução das Emissões, p. 112 3.2.2 Histórico Recente das Renováveis Não Hídricas e Perspectivas, p. 118 3.2.3 A Geração Distribuída para Maior Impulsão das Renováveis, p. 127 3.2.4 Evolução para uma Matriz Renovável-Térmica, p. 128 3.3 CARACTERIZAÇÃO DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO, p. 130 3.3.1 Órgãos e Entidades Relacionados ao Setor Elétrico, p. 130 3.3.2 Principais Políticas Públicas Atuais para o Incremento de Renováveis no Brasil, p. 137 3.4 ENTRAVES PARA A EXPANSÃO DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS NO BRASIL, p. 141 3.4.1 A Previsão da Expansão da Oferta de Energia Elétrica Inclui Considerável Incremento de Fontes Não Renováveis, p. 141 3.4.2 Metas Estipuladas Não Retratam um Real Esforço para o Incremento de Renováveis, p. 148 3.4.3 Incentivos para a Produção de Eletricidade a Partir de Fontes Fósseis, p. 149 3.4.4 Incentivos para Renováveis em Conflito com as Dimensões Social e Econômica do Princípio da Sustentabilidade, p. 152 4 OS TRIBUNAIS DE CONTAS E O INCREMENTO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS NA MATRIZ ELÉTRICA, p. 163 4.1 O CONTROLE DE SUSTENTABILIDADE PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS, p. 164 4.1.1 O "Ativismo de Contas" para o Controle de Políticas Públicas, p. 164 4.1.2 Limites para a Atuação do Controle Externo, p. 170 4.1.3 A Sustentabilidade como Norte das Ações de Controle Externo, p. 174 4.2 A FISCALIZAÇÃO DO SETOR ELÉTRICO PELO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, p. 179 4.2.1 Competências das Cortes de Contas e seu Papel na Concretização dos Direitos Fundamentais, p. 179 4.2.2 Jurisdição em Relação às Entidades Governamentais Relacionadas ao Setor Elétrico, p. 185 4.2.3 Organização Interna para o Exercício das Ações de Controle, p. 187 4.3 O CONTROLE EXTERNO PARA O INCREMENTO DE FONTES RENOVÁVEIS NA MATRIZ ENERGÉTICA, p. 189 4.3.1 A Busca pela Eletricidade Sustentável pelo Tribunal de Contas da União, p. 190 4.3.2 As Auditorias Operacionais e a Fiscalização de Políticas Públicas para a Inserção de Renováveis, p. 198 4.3.3 Ampliação para uma Atuação Transnacional, p. 203 4.4 PROPOSTAS PARA MAIOR EFETIVIDADE DO CONTROLE DE SUSTENTABILIDADE PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS, p. 205 4.4.1 As Contratações Sustentáveis e a Exigência de Energia Limpa nos Edifícios Públicos, p. 206 4.4.2 Colaboração com o Poder Judiciário nos Litígios Climáticos, p. 211 4.4.3 A Resolução Consensual de Conflitos para a Melhor Coordenação das Ações, p. 217 4.4.4 Outras Oportunidades Fiscalizatórias para o Incremento de Fontes Renováveis, p. 225 CONCLUSÕES, p. 231 REFERÊNCIAS, p. 237 505__ |a O presente estudo analisa a atuação dos Tribunais de Contas na fiscalização das iniciativas governamentais para o incremento de energias renováveis na matriz elétrica em decorrência da obediência cogente dos administradores públicos a princípios e direitos positivados na Constituição da República, normas infraconstitucionais, princípios de Direito Administrativo e acordos internacionais. Em virtude da crise ambiental, principalmente do processo de mudanças climáticas, urge a consideração de novos valores jurídicos para contrapor o modelo econômico predominante e para a imposição de um desenvolvimento sustentável que imponha limitações ambientais à exploração desmedida dos recursos naturais. Uma das formas de transição para esse modelo desenvolvimentista é justamente a transição das fontes fósseis para as renováveis, notadamente na matriz elétrica, na qual já existem opções de energias limpas viáveis economicamente. Contudo, existem entraves antijurídicos que postergam o processo de maximização das fontes renováveis de forma sustentável. Em decorrência desses problemas, urge a atuação dos órgãos de controle, especialmente das Cortes de Contas, para que seja efetivada a prioritária transição energética. Diante de suas competências constitucionais e legais, esses órgãos de controle devem utilizar critérios de sustentabilidade em suas fiscalizações para a consolidação de um modelo de desenvolvimento sustentável. O Tribunal de Contas da União, em particular, já levou a cabo diversas ações de controle para a avaliação das políticas públicas de incremento de fontes renováveis, inclusive com uma atuação coordenada com entidades de fiscalização superior de outros países. 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